2Crônicas - 6. 12-42
12- Depois Salomão colocou-se diante do altar do Senhor, e de toda a Assembléia de israel,
e levantou as mão para orar.
13- Ele havia mandado fazer uma plataforma de bronze com dois metros e vinte e cinco centímetros
de comprimento e de largura, e um metro e trinta e cinco centímetros de altura,
no centro do pátio externo.
O rei ficou em pé na plataforma e depois ajoelhou-se diante de toda a assembléia de Israel,
levantou as mãos para o céu,
14- e orou:
"Senhor, Deus de Israel, não há Deus como tu nos céus e na terra!
Tu que guardas a tua aliança de amor com os teus servos que, de todo o coração,
andam segundo a tua vontade.
15- Cumpriste a tua promessa ao teu servo Davi, meu pai;
com tua boca a fizeste e com tua mão a cumpriste, conforme hoje se vê.
16- "Agora, Senhor, Deus de Israel, cumpre a outra promessa que fizeste ao teu servo Davi,
meu pai, quando disseste: 'Você nunca deixará de ter, diante de mim, um descendente
que se assente no trono de Israel, se tão somente os seus descendentes tiverem o cuidado de,
em tudo, andar segundo a minha lei, como você tem feito.
17- Agora, ó Senhor, Deus de Israel, que se confirme a palavra que fizeste ao teu servo Davi.
18- Mas será possível que Deus habite na terra com os homens?
Os céus, mesmo os mais altos céus, não podem conter-te. Muito menos este templo que construiu!
19- Ainda assim, atende a oração do teu servo e ao seu pedido de misericórdia, ó Senhor,
meu Deus. Ouve o clamor e a oração que teu servo faz hoje na tua presença.
20- Estejam os teus olhos voltado dia e noite para este templo, lugar no qual disseste
nele porias o teu nome, para que ouças a oração que teu servo fizer voltado para este lugar.
21- Ouve as súplicas do teu servo e de Israel, o teu povo, quando orarem voltados para este lugar.
Ouve desde os céus, lugar da tua habitação, e, quando ouvires, dá-lhes o teu perdão.
22- "Quando um homem pecar contra o teu próximo e tiver que fazer um juramento,
e vier jurar diante do teu altar neste templo,
23- ouve dos céus e age. Julga os teus servos; retribui ao culpado, fazendo recair contra
a sua própria cabeça o resultado da sua conduta, e declara sem culpa o inocente,
dando-lhe o que a sua inocência merece.
24- "Quando Israel, o teu povo, for derrotado por um inimigo por ter pecado contra ti,
e voltar-se para ti e invocar o teu nome, orando e suplicando a ti neste templo,
25- ouve dos céus e perdoa o pecado de Israel, o teu povo, e traze-o de volta à terra
que deste a ele e aos seus antepassados.
26- " Quando se fechar o céu, e não houver chuva por haver o teu povo pecado contra ti,
e o teu povo, voltado para este lugar, invocar o teu nome afastar-se do seu pecado
por o haveres castigado,
27- ouve dos céus e perdoa os pecados dos teus servos, de Israel, o teu povo.
Ensina-lhes o caminho certo e envia chuva sobre a tua terra, que deste por herança ao teu povo.
28- "Quando houver fome ou praga no país, ferrugem e mofo, gafanhotos peregrinos
e gafanhotos devastadores, ou quando inimigo sitiarem suas cidades, quando,
em meio a qualquer praga ou epidemia,
29- uma oração ou uma súplica por misericórdia for feita por um Israelita
ou por todo o Israel, teu povo, cada um sentindo as suas próprias aflições e dores,
estendendo as mãos na direção deste templo,
30- ouve dos céus, o lugar da tua habitação. Perdoa e trata cada um de acordo com o que merece,
visto que conheces o seu coração. Sim, só tu conheces o coração do homem.
31- Assim eles te temerão, e andarão segundo a tua vontade durante todo o
tempo em que viverem na terra que deste aos nossos antepassados.
32- Quanto ao estrangeiro, que não pertence ao Israel, o teu povo, e que veio
de uma terra distante por causa do teu grande nome, da tua mão poderosa e
do teu braço forte; quando ele vier e orar voltado para este templo,
33- ouve dos céus, lugar da tua habitação, e atende o pedido do estrangeiro,
afim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome e te temam,
como faz Israel, o teu povo, e saibam que este templo que contruí traz o teu nome.
34- Quando o teu povo for a guerra contra os seus inimigos, por onde quer
que tu o enviares, e orar a ti, voltado para cidade que escolheste e para o
templo que contruí em honra ao teu nome,
35- ouve dos céus a sua oração e a sua súplica, e defende a sua causa.
36" Quando pecarem contra ti, pois não há ninguém que não peque,
e ficares irado com eles e entregares ao inimigo, e este os levar prisioneiros
para uma terra distante ou próxima;
37- se eles caírem em si, na terra para qual foram deportados, e se arrependerem
e lá orarem: 'Pecamos, praticamos o mal e fomos rebeldes';
38- e se lá eles se voltarem para ti de todo o coração e de volta a sua alma,
na terra de teu cativeiro para onde foram levados, e orarem voltados
para a terra que destes aos seus antepassados, para a cidade que escolheste
e para o templo que construí em honra ao teu nome,
39- então, dos céus, lugar da tua habitação, ouve a sua oração e a sua súplica,
e defende a sua causa. Perdoa o teu povo, que pecou contra ti.
40- Assim, meu Deus, que os teus olhos estejam abertos e teus ouvidos atentos
às orações feitas neste lugar.
41" Agora, levanta-te, ó Senhor, ó Deus,
e vem para o teu lugar de descanso,
tu e a arca do teu poder.
Estejam os teus sacerdotes
vestidos de salvação,
ó Senhor, ó Deus;
que os teus santos se regozijem
em tua bondade.
42- Ó Senhor, ó Deus,
não rejeites o teu ungido.
Lembra-te da fidelidade prometido ao teu servo Davi.